No dia 16 de junho de 2026, o IEG promoveu o Shared Services Meeting 2026, o 3º Encontro dos 6 Grupos de Discussão sobre CSC: Compartilha, Coopera+, GESC, Inova, SOMAR e Transforma.
Realizado em formato online e ao vivo, em uma plataforma totalmente integrada e customizada, o encontro reuniu cerca de 200 participantes de 111 empresas dos grupos em uma tarde dedicada à troca de experiências, benchmarking e discussões estratégicas sobre o presente e o futuro dos Centros de Serviços Compartilhados.
Com uma programação dinâmica, o SSM 2026 trouxe cases, mesa de discussão, espaço para networking e muita troca sobre temas atuais e relevantes da agenda de Serviços Compartilhados, como governança, automação, produtividade, excelência operacional, people analytics, centralização de processos, segurança em dados e geração de valor.
Jornada dos CSCs em 2026
A abertura do encontro foi conduzida pela equipe IEG e, na sequência, os participantes acompanharam o painel “Jornada dos CSCs: Visão dos Grupos de Discussão em 2026”, com representantes dos Grupos de Discussão sobre CSC.
A sessão trouxe reflexões sobre os principais desafios, prioridades e tendências observadas nas trocas realizadas entre as empresas participantes ao longo do ano. O painel também reforçou a importância de acompanhar a evolução dos CSCs a partir de uma visão integrada, considerando não apenas eficiência operacional, mas também pessoas, tecnologia, governança, experiência do cliente e geração de valor para o negócio.
Governança e automação no CSC
O primeiro case da programação foi apresentado pela Yara, com o tema “Garantindo Governança e Definindo Diretrizes de Automações no CSC”.
A apresentação trouxe reflexões sobre como estruturar iniciativas de automação com mais segurança, controle e alinhamento estratégico. Em um cenário em que os CSCs avançam cada vez mais no uso de tecnologias para ganhar escala e produtividade, a governança se torna essencial para garantir que as automações sejam sustentáveis, bem direcionadas e conectadas às necessidades da operação.
Produtividade e eficiência operacional
Na sequência, a Central Ailos apresentou o case “Controlando Produtividade e Maximizando Eficiência no CSC”, abordando caminhos para ampliar a performance da operação por meio de gestão, indicadores e melhoria contínua.
A discussão reforçou a importância de acompanhar a produtividade de forma estruturada, criando uma base mais consistente para identificar oportunidades, direcionar esforços e sustentar ganhos de eficiência ao longo do tempo.
O que define a excelência em um CSC?
A conversa da mesa de discussão “O que define a Excelência no seu CSC: Custo, Qualidade, Experiência ou Velocidade?” reuniu diferentes perspectivas sobre os fatores que sustentam a excelência nos Centros de Serviços Compartilhados. Mais do que escolher apenas uma dimensão, a discussão mostrou que a maturidade dos CSCs passa pelo equilíbrio entre eficiência, qualidade das entregas, experiência dos clientes internos e capacidade de resposta da operação.
Esse debate reforçou uma provocação importante para o mercado: a excelência em CSCs não se resume apenas a reduzir custos ou cumprir prazos, mas envolve a capacidade de gerar valor de forma consistente para a organização.
People Analytics como alavanca estratégica
A programação também contou com o case do Sicoob, com o tema “People Analytics: Alavanca Estratégica para a Geração de Valor no CSC”.
A apresentação mostrou como o uso de dados aplicados à gestão de pessoas pode apoiar decisões mais estratégicas, ampliar a visibilidade sobre a força de trabalho e contribuir para o desenvolvimento de equipes mais preparadas para os desafios da operação.
Em um contexto em que pessoas, competências e cultura são fatores decisivos para a evolução dos CSCs, o uso de People Analytics se consolida como uma frente importante para sustentar decisões mais embasadas e gerar valor para o negócio.
Centralização estratégica de processos
Outro case apresentado foi o da AFIP, com o tema “Estruturação e Centralização Estratégica de Processos no CSC”.
A sessão abordou a importância de estruturar e centralizar processos de forma planejada, considerando governança, padronização e clareza sobre os ganhos esperados. A centralização, quando bem conduzida, permite ampliar a eficiência, reduzir fragmentações e fortalecer o papel do CSC como uma estrutura estratégica de suporte às áreas de negócio.
Dados, segurança e automação
Encerrando a programação de cases, a Braskem apresentou o tema “Governança e Segurança em Dados e Automações no CSC”.
A discussão reforçou um ponto cada vez mais relevante para os Centros de Serviços Compartilhados: à medida que dados e automações ganham espaço na operação, cresce também a necessidade de estruturar práticas de governança, segurança e controle. O avanço tecnológico precisa caminhar junto com responsabilidade, confiabilidade e alinhamento às diretrizes da organização.
Troca, benchmarking e evolução contínua
O SSM 2026 reforçou, mais uma vez, o propósito dos Grupos de Discussão sobre CSC do IEG: promover um ambiente de troca qualificada entre empresas, conectando diferentes realidades, níveis de maturidade e experiências práticas. Um ambiente de construção coletiva de conhecimento, conexão entre profissionais e empresas e compartilhamento de boas práticas para a evolução dos CSCs no Brasil.
A programação mostrou que os CSCs seguem avançando em temas cada vez mais estratégicos Ao longo da tarde, os participantes puderam acompanhar cases reais, discutir desafios comuns e refletir sobre os caminhos que estão moldando a evolução dos Centros de Serviços Compartilhados no Brasil.
Conheça os Grupos de Discussão sobre CSC do IEG
Os Grupos de Discussão sobre CSC do IEG reúnem empresas de diferentes setores e portes com o objetivo de promover benchmarking, troca de experiências e construção coletiva de conhecimento sobre os principais temas que impactam os Centros de Serviços Compartilhados no país e no mundo.
Quer saber mais sobre os Grupos de Discussão sobre CSC do IEG e como participar?
