“Falar de gestão de pessoas é falar de gente, de mentalidade, de vitalidade, ação e proação. A Gestão de Pessoas é uma das áreas que mais tem sofrido mudanças e transformações nestes últimos anos, e (…) tem sido a responsável pela excelência das organizações bem-sucedidas e pelo aporte de capital intelectual que simboliza, mais do que tudo, a importância do fator humano em plena Era da Informação.” (Idalberto Chiavenato)

O trecho retirado do livro Gestão de Pessoas, de Chiavenato, retrata de forma clara a importância dada às pessoas frente às empresas. A relação empresa-funcionário tem mostrado que estes agentes são cada vez mais interdependentes, pois o capital intelectual humano é o principal responsável pelas atividades desempenhadas nas organizações. São as pessoas que propiciam a prosperidade ou decadência de uma instituição, e são elas que geram inovações, disseminam conhecimentos e criam métodos para que as empresas progridam no mercado competitivo.

Mas afinal, o que essas pessoas precisam fazer para se desenvolverem profissionalmente e contribuir para o crescimento de uma empresa? Bem, sabe-se que é inerente ao ser humano deter Conhecimentos, Habilidades e Atitudes (ideograma CHA) para o desempenho das diversas atividades cotidianas, e no ambiente corporativo, isso não é diferente. Estes três pilares, quando consolidados, formam competências que permitem a diferenciação profissional dos indivíduos, que quando bem geridas, funcionam como engrenagens da máquina chamada empresa.

Entretanto a voracidade do mercado obriga os gestores buscarem o desenvolvimento contínuo do grupo e deles próprios, se reposicionando frente às adversidades, prezando pela inovação e pela diferenciação perante os stakeholders. Tomemos como exemplo as empresas de inovação. Elas exigem que seus funcionários mantenham-se sempre atualizados e desenvolvam competências que contribuam para geração de novas idéias.